Versículo do dia...

Um pouco de nós / Un poquito de nosotros:

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Cataguases, Minas Gerais, Brazil
Oriundos de duas belas cidades (Elisandra e Emanuelle de Passo Fundo e Márcio de Cataguases) de dois belíssimos estados (Rio Grande do Sul e Minas Gerais), somos um jovem casal de pastores da Igreja Metodista: Elisandra e Márcio Toledo, e nossa filha, Emanuelle.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Cânones da Igreja Metodista 2012-2016

Segue a nova edição do Cânones da Igreja Metodista 2012-2016, publicado no site nacional:http://metodista.org.br/conteudo.xhtml?c=11342

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

SOS MIRAÍ - Fotos da cidade em 02 de janeiro de 2012

Olá, amigos e amigas. Seguem fotos de diversos pontos da cidade de Miraí, Minas Gerais, entre 15:45h. e 16:30h.





























Um 2012 com as realidades da Graça de Deus


Apocalipse 21.1-8
Sermão pregado no Culto de Acolhida na
Igreja Metodista no Porto em 01º/01/12


Estamos em nosso primeiro dia do ano. Nesse período, a maioria das pessoas são cercadas por sentimentos de esperança de um ano melhor do que foi o que se findou. Passamos por momentos de reflexão, de reavaliar nosso projetos, nossas posturas. Somos tomados pelo perdão, pelo quebrantamento.

Também passamos pelo interessante momento e, diríamos nós, válido, de renovar nossos votos, ou fazer novos para o ano que se inicia: neste ano, vou emagrecer... Neste ano, não serei tomado pelo consumismo. Neste ano, serei mas presente na Igreja. E tantos outros...

Mas, também, temos aqueles mais céticos. Que nos dirigem a palavra desafiando-nos a refletir de que isso é uma perda de tempo. Afinal, tudo continua como estás. Apenas uma folhinha do calendário que se vira e alguns números mudam. Alguns nos levam a acreditar que tudo é ilusão. Utopia.

Pois bem, diante disto tudo, estamos como uma rainha num jogo de xadrez: estamos em xeque. Xeque é a jogada em que colocamos a principal peça do xadrez numa situação incômoda: para sobreviver, somente mexendo com ela.

Se estamos em xeque, qual é a nossa saída se alguns acham que é ilusão essa mudança de ano, que um ano melhor é utopia, e sabemos que esse sentimento é enganoso. Porque, sabemos bem que as coisas podem mudar para melhor.  Assim como, aqueles que acham que tudo é mágica. Mudou o ano. Vida nova. Tudo será diferente. Fiz novos votos. E sabemos que as coisas também não são dessa maneira...

Afinal, já passamos por outras viradas, fizemos novos votos, e tudo continuou como estava. O que fazer então? Como sair desse cheque?

A pergunta que fazemos nesta noite é: quais a realidades para a saída desse xeque no jogo da vida?

A primeira realidade nesse jogo da vida é de que estamos vivos, e isso nos basta, para termos esperança – Ec 9.4-5
Nos permitimos, muitas vezes, de que as lutas e dificuldades da vida ditam, sobre nós, os nossos limites. Nos deixamos que as primeiras dificuldades enfrentadas, em quaisquer projetos que temos sejam pessoal, familiar ou da comunidade da fé, sejam os limites para os quais devemos avançar. Com isso, nos sucumbimos em nosso escombros. Em nossos medos. Em nossos limites não nos permitindo avançar, crescer, romper montes que aprecem diante de nós.

Assim, gostaríamos que você tomasse essa primeira realidade: não estou morto. Estou vivo, por isso tenho esperança.

A segunda realidade nesse jogo da vida é de que sua esperança é viva. Sua esperança se chama JESUS.  – 1Pe 3.15
Há um antigo cântico que entoávamos em nossas igrejas, baseado nos salmos, que dizia mais ou menos assim: “uns confiam em carros, outros em cavalos. Nós, porém, nos gloriaremos em nome do nosso Deus”. Esse cântico é uma expressão da nossa fé: não confiamos no barro, no madeiro, no dinheiro... Confiamos num Deus vivo, ressurreto, que se chama JESUS de NAZARÉ.

Antes santificai” – consagrai, separai – “a Cristo em vosso coração para responder a todo aquele que vos pedir razão de esperança que há em vós” 1Pe 3.15. Tome essa realidade em tua vida nesta noite.

Sua esperança não está em sua conta bancária. Sua esperança não está na idolatria a imagens ou a homens. Sua esperança está em Jesus, a razão de nossas vidas.

A terceira realidade nesse jogo da vida é uma realidade nova, à cada dia – Ap 21.5
Experimentar o novo é algo maravilhoso. Porque sugere aquilo que ainda não foi usado ou que ainda é desconhecido. Novo remete à novidade. Algo que também se inova em nossas vidas.

Assim, temos essa promessa do Senhor para nós. A vivência na presença de Deus dá-nos essa realidade de experimentar algo novo para nosso viver. E como seria bom, agradável e perfeito, estarmos no centro da vontade do Pai e experimentar a nova notícia para o ano de 2012. A notícia da Sua companhia. A notícia de sua presença, mesmo em tempos de lutas. A nova boa notícia de seu cuidado para contigo e família.

Gostaríamos que você tomasse essa terceira realidade em tua vida: em Jesus, minha esperança,  se faz novas todas as coisas.

Nesse jogo da vida. Nesse xeque em que nos encontramos, você deseja ter o xeque-mate (a jogada fatal) pela incredulidade de um 2012 melhor ou o xeque-mate pela ingenuidade de vãs votos. De vãs esperanças.

Ou deseja experimentar as realidades que seu 2012 pode ter com a presença de Cristo em tua vida? Você quer que seu 2012 seja tomado de desejos das bênçãos de Deus? Deseja, se permitir, que Ele possa ser a presença em tua vida fazendo novas todas as coisas?

Nesta noite, no amor em Cristo Jesus, queremos lhe desafiar a entregar todo seu fardo. Todos os seus dilemas e medos. Todos os seus vãs votos. Todas as suas vãs esperanças. Desafiamos a lançar tudo sobre o altar de Deus e tomar posse de algo mais sublime que Deus tem para ti: a presença dele contigo, fazendo novas todas as coisas.

Você deseja? Venha ao altar do Senhor num ato de fé, de entrega, num ato de submissão do querer do Senhor e tenha um 2012 regado pela presença daquele que realmente conhece as tuas necessidades.
Revda. Elisandra e rev. Márcio Toledo

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

SOS Miraí: um relato, dentre muitos, da enchente de 28 de dezembro de 2011

Olá, amigos e amigas. Estou chegando, agora às 12h., de uma noite aceso em virtude da enchente que foi acometido nossa pequena Miraí.

Desde as 19h. de ontem, 28 de dezembro, caia uma água com pressão considerável. Mas achávamos que não era água para uma enchente. A hora foi passando. A chuva diminuía na cidade, mas ao redor, a terra encharcada ficava.

À 01:10h., já na madrugada do dia 29, fui ao carro pegar um cobertor para minha querida esposa. Nosso carro estava lá fora, porque cedemos a garagem para meu sogro, que do Sul, recém chegara. Olhei em direção ao rio, que atrás cerceia nossa casa, e me assustei: via a água com aproximadamente 4m. do leito normal. Entrei e avisei à Elisandra que iria à Igreja, na Av. Presidente Médici, para verificar se tinha água na rua.

No caminho, o leito do rio já invadia casebres, próximo à fábrica, e na Vila Santo Antônio. Chegando à Igreja, imaginei que tinham construído uma piscina na rua. A água do rio já tinha invadido aquele trecho. Fui ajudar alguns vizinhos da Igreja a retirar seus móveis, roupas e outras. Dentre algumas pessoas estava o Renato Corrêa e Antônio Marcos Amaral. Junto com outros, auxiliamos umas cinco casas ao redor da igreja.

O templo? Quase sendo inundado. Imediatamente retiramos tudo, exceto os bancos de madeira, para o segundo piso, numa pequena sala que temos: som, violão, aparelho de som, hinários, boletins, etc. ...

Nessa altura, estávamos novamente no apoio aos vizinhos, mas com telefone em casa para saber o estado da água. Elisandra relatava que faltava uns 30cm para chegar no nível da área de serviço. A essa altura, o rio já estava com uns 6,5m do nível normal.

Dentre essas ajudas, levei o pequeno Lucas, irmão da Luíza, a pequenina que contei sobre ela no Facebook, para a casa no segundo andar do sr. Geraldo. Em seguida, com mais 5 pessoas, colocamos dona Rita deitada num colchão e este sobre um estrado. Assim a levamos para a casa do sr. Geraldo. A casa que ela estava começava a entrar também. Na calçada, a água estava a 1,15m, aproximadamente.

Por volta das 4:30h. tentei retornar para casa. Impossível! Na região da Fábrica o carro não passava. Fui novamente a pé. Água numa altura de 90cm. Ali, vários casebres foram inundados.

Cheguei. Minha querida esposa, preocupada, me aguardava. Tomei banho. E, às 05:30h., tentei dormir um pouco. Às 07h. acordei para limparmos o templo, tomado de barro.

Isso foi um pouco dessa madrugada. Muitos bairros foram atingidos: Indaiá, Vila Santo Antônio, Centro e, acredito, o Tucano. Dia de recuperação. Dia de superação!

Espero que as autoridades de Miraí possam conseguir, junto à Caixa, liberação de FGTS para as famílias atingidas tentarem se recuperar. Espero que as autoridades também possa, de forma concreta, auxiliar os mais afetados.

Desejamos que a Graça de Deus possa dar forças e esperanças aos desamparados.

Que Deus tenha misericórdia de nós!!!

sábado, 19 de novembro de 2011

PALAVRA(S): Orando pelo bispo ou bispa da Amazônia

Clique no link e leia a oração feita pela revda. Elisandra:
PALAVRA(S): Orando pelo bispo ou bispa da Amazônia: Senhor, que o homem ou mulher que tens preparado para assumir o episcopado em nossa Igreja seja, de fato, o homem ou mulher que tens prepara...

sábado, 3 de setembro de 2011

Amizade "algodão-doce"


Ag 2. 3-9

A lógica de muitas amizades é exatamente e esta: ser como o algodão doce. Delicioso, mas não alimenta, não fortalece, logo acaba todo derretido pois é superficial.

Amizade espiritual requer mais de nós. Olhamos a comunidade de fé e duvidamos da mudança em direção a  relacionamentos mais profundos. Por quê? É perigoso! Quando é preciso arriscar e abrir o coração para ter intimidade. No entanto, o medo paralisa acendendo a luz amarela: atenção, se passar daqui, pode sofrer. Ninguém quer sofrer. Então, o melhor é manter a distância uns dos outros, assim, não nos tornamos vulneráveis.

Quando decidimos abrir o coração para os outros e sair da superfície num mergulho mais profundo podemos contar com problemas. Nem tudo será do jeito planejado, algumas coisas darão erradas. Hoje, ser cristão é uma coisa, seguir a Cristo é outra, principalmente, quando falamos de relacionamentos.
Sempre que buscamos nos envolver uns com os outros e afirmamos isso de contar uns com os outros, aí as coisas pioram. Mais fácil ir à igreja e estar no banco nos cultos, reuniões, do que falar o que pensamos e nos envolver. Não queremos desagradar as pessoas, não queremos que nos achem chatas e maçantes. Não queremos que nos chamem de inconveniente.

Mas o evangelho de Jesus nos pede mais do que uma amizade ‘‘algodão-doce’’, que tem sua doçura, mas no fundo, não nutre nada. Fomos perdoados porque vivíamos longe da comunhão com Senhor, sem depender de Deus. Agora, com uma nova identidade, também requer de nós uma nova atitude, vivermos em comunhão uns com os outros: ‘‘Tudo vale a pena, quando vemos Jesus uns nos outros’’ - vale a pena investir em relacionamentos mais consistentes.

Esdras e Ageu relatam sobre a reconstrução do templo. Quando os mais idosos a viram, choraram decepcionados porque a primeira casa de Deus era muito mais gloriosa. Quanto aos jovens, vibraram, cantaram e se alegraram.
Então o Senhor nos fala: ‘‘Não temais, o meu Espírito habita no meio de vós e a glória desta última casa será maior que a primeira e, neste lugar, darei a paz.’’ Assim, também, seja nossa comunidade, com o desejo de infundir Cristo uns nos outros, inflamando-nos com o poder do Espírito Santo em relacionamentos espirituais mais sólidos, firmes e persistentes. Não aceite nada menos do que amizades espirituais consistentes que um dia encherão os céus.

Arrisque-se em relacionar-se com as pessoas porque o Espírito está em ação e podemos acreditar em dias melhores. Anseie pelo melhor.

‘‘Mantenha a esperança de descobrir o objetivo desta vida e de desfrutar as alegrias espirituais já disponíveis agora, de provar o inesquecível sabor de Cristo, de sentir os braços do Pai em torno de você, de sentir o Espírito Santo dentro de você’’ (Larry Crabb em O Lugar mais seguro da Terra).



Revda. Elisandra Toledo
Pastora coadjutora da Igreja Metodista em Cataguases-IMKtá,
designada para congregação na Vila Reis.


Publicado no informativo semanal da IMKtá, ParticipAção, ano XXVI, edição nº 36 de 04 de setembro de 2011.

Ele cuida de mim... Ele cuida de ti!!!


‘‘Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade,
porque ele tem cuidado de vós’’ 1Pe 5.7

Desde muito cedo, meus pais descobriram que eu sofria de asma. Por diversas vezes tive crises horríveis, precisando, até mesmo, de internação hospitalar.

Sempre precisei muito dos cuidados deles, pois a situação ficava tão difícil para respirar que a morte parecia iminente. Foi necessário aprender a viver dentro dos limites estabelecidos pela doença, a discernir quando a crises está para chegar e o que pode ser feito para amenizá-la.

Como foi importante p cuidado que recebi para suportar e enfrentar a asma.

Hoje, já adulta, ainda a enfrento. No entanto, ela não assusta como na infância. Ela vem e passa, e a vida continua.

As crises por falta de ar para respirar, geram uma ansiedade muito grande, uma angústia. Sufocamento causam dor. Impossibilidade de fazer atividades simples do dia-a-dia.
Lembrando do cuidado dos meus pais devido a asma, notei o cuidado de Deus.

Inúmeras crises lancei sobre meus pais buscando socorro e descansava, pois sabia que eles me ajudariam.

Com o Senhor durante toda nossa vida, nas diversas circunstâncias, também podemos lançar nossa ansiedade sobre Ele, porque Ele tem cuidado de nós.

Confie Nele! Ele cuida de mim... Ele cuida de ti!

Deus nos abençoe!!!



Revda. Elisandra Toledo
Pastora coadjutora da Igreja Metodista em Cataguases-IMKtá,
designada para congregação na Vila Reis.


Publicado no informativo semanal da IMKtá, ParticipAção, ano XXVI, edição nº 35 de 28 de agosto de 2011.

Movimento Perfeito


A obra de Deus é perfeita. O seu plano para nos salvar foi, por extremo, amor. Ele nos libertou das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor. E quando aceitamos este amor em Cristo somos resgatados dos pecados. Absolvidos por este amor, o pecado não tem mais domínio sobre nós.

Cristo é o primogênito. Ele é anterior e superior à criação. Ele é a imagem do Deus invisível e esta imagem está refletida em nós também. Portanto, temos a essência desta imagem.

Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Corpo que somos. E nosso alvo comum no corpo é Cristo. É viver a união e o movimento rumo a Cristo.

Consequentemente, o corpo como um organismo vivo, sofre aflições e conflitos, assim como, nosso corpo físico enfrenta estas situações.

Mas, todo corpo sofre junto com o membro que está machucado.

Quando há algo de errado que nos incomoda, é preciso um movimento para curar, tratar o que está ferido. Mesmo que a dor seja grande. Esconder não é a solução, pelo contrário, só prejudicará as relações do corpo.

Este é o primeiro movimento rumo a Cristo: abrir o coração um para o outro, a fim de conquistar, de tornar-se em relacionamentos saudáveis.

O segundo movimento, é o sacrifício que se faz pelo corpo. Mesmo ele doente, não excluímos nenhuma parte. Não cortamos um membro porque está quebrado, mas lutamos pela restauração.

Cristo levou sobre si ‘‘as injúrias dos que te ultrajavam’’ (Rm 15.3). Ele não se agradou a si mesmo, no entanto, sofreu pelo seu corpo.

Assim, Ele nos desafia a sofrer uns pelos outros, suportando nossas debilidades (Rm15.1), não querendo a nossa vontade realizada, mas a de Cristo, que é o Senhor da Igreja e que sofre por ela até hoje.

Ele nos chama para fazermos um movimento em direção ao centro de Sua vontade e vivermos unidos para que Sua bênção seja derramada sobre seu corpo, sobre sua Igreja, sobre sua vida.

Revda. Elisandra Toledo
Pastora coadjutora da Igreja Metodista em Cataguases-IMKtá,
designada para congregação na Vila Reis.


Publicado no informativo semanal da IMKtá, ParticipAção, ano XXVI, edição nº 34 de 21 de agosto de 2011.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Hummm?!


Certa feita, entre meus 12 e 15 anos, passei a sentir uma certa vergonha em andar com uma Bíblia debaixo do braço. Em seguida, num de nossos cultos, senti o meu coração muito vazio. Comecei a meditar sobre aquele sentimento: "A Palavra é bem clara: se envergonho por causa de Cristo, diante do Pai Ele não me reconhecerá. Se por um pequeno livro tenho tanta vergonha, imagine o sentimento que o Senhor teria de mim?"

Imediatamente comecei a lutar com esse sentimento: comprei uma Bíblia bem grande (rsrsrs) e disse a mim mesmo: jamais terei vergonha do meu Senhor e Salvador.

"Sou pobre e necessitado, porém o Senhor cuida de mim" - nas palavras do salmista expresso minha pequenez e dependência Dele. Por meio Graça, peço a Deus que dá-me força para que em minha vida Ele não seja envergonhado. Necessito e persigo uma vida de santidade.

SANTIDADE... o que é isso hoje? O que será ser SANTO?

Será que é ter a conta bancária recheada? Será se regozijar com a desgraça do meu concorrente, mesmo que ele tenha me prejudicado? Será ter o carro do ano e com sentimento de arrogância, e não de gratidão, dizer pra todo mundo: "Foi ELE que me deu?". Será que é olhar para as crises dos outros e dizer que são frutos da idolatria, do cigarro, da bebida... e esquecer que minha fofoca, minha calúnia, minha desobediência aos meus líderes, meu amor ao dinheiro, correspondem às minhas "idolatrias", meus "cigarros", minhas "bebidas", etc.?

Poderia continuar relacionando situações. Elas não se esgotam. Mas, será que SANTIDADE, vida de santidade, um propósito de Deus para minha e sua vida, nos dias de hoje não teria nenhuma problema se em minha vida essas práticas tivessem? Será que a plenitude do Espírito Santo seria vivenciada em mim quando permito que minhas palavras e atitudes cooperam para que, tudo aquilo que não provém de Deus seja exaltado?

Sou muito "puritano" com algumas coisas, porque já sofri na pele o perigo delas. A Palavra de Deus já nos adverte: "fugi da aparência do mal." Onde vou, aquilo que faço, aquilo que pronuncio, aquilo que "compartilho", aquilo que "curto", podem ser frestas que se abrem para que minha vida seja mais frágil do que é.

Fico muito preocupado quando irmãos/irmãs na fé, até mesmo eu, vamos abrindo essas frestas para que nossas vidas fiquem mais suscetíveis às investidas do homem e do diabo. Cuidado, vigiem, cuidem para que suas vidas sejam reflexo da presença de Deus e não, instrumento do diabo, da discórdia, do pecado.

Em Deus podemos ter uma vida saudável, alegre, divertida e preciosa. Você não está sozinho. Conte comigo. Seja forte. A vida com Jesus passa pela CRUZ. Permita você "morra" e que Cristo viva em ti.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ele e ela estão aguardando a sua pergunta!

O bispo Paulo Lockmamm compartilhou que orientava a seu corpo pastoral a sempre realizarem o apelo no final das mensagens dominicais. Sempre é tempo oportuno para que as pessoas recebam o convite a tomarem a decisão para Cristo, essa era a direção.

De igual modo, essa orientação ocorre em todas as “técnicas” de evangelismo que conheço: As Quatro Leis Espirituais, Os 4 pontos (The Four Points), Evangelismo Explosivo, etc.: todas terminam com o convite direto, claro e simples, se as pessoas desejam naquele momento receber a Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas.

No entanto, vemos uma prática, um sentimento e uma compreensão em muitos cristãos e muitas cristãs que não os/as levam a fazer essa pergunta.

Alguns alegam que em nossos dias isso não é mais necessário. Visto que praticamente nas 24 horas do dia existe algum canal pregando o evangelho. Se querem mesmo a Cristo, a Palavra já está sendo pregada, e eles que, por si só,  tomam a decisão.

Outros por medo, receio, vergonha, ou sei lá o que, acham que isso é importunar as pessoas.

O interessante que a experiência nos mostra outra coisa diferente.

Certa feita, ganhamos um casal para Jesus após ela receber apenas uma pergunta: “Estamos a convidando para estar em nosso culto hoje. A senhora aceita?” Naquele dia eles foram e ao término da mensagem foi feito o apelo direto: “Você que aqui está, aceita a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida?” Ela testemunhou que morava na divisa daquela Igreja há 25 anos, mas ninguém, até então, nunca havia a convidado para estar ali.

Outro dia, um pastor compartilhou que ganhou um homem da Justiça Federal ao perguntar porque ele ainda não estava na igreja, visto que sua esposa e filhos estavam. Ele respondeu: “porque ninguém nunca me convidou”. O pastor concluiu: “Você quer aceitar a Cristo?”

Talvez você possa estar chegando a essa palavra e pensando consigo mesmo algo parecido:“eles são é cheio de dengo. Aguardando apenas uma pergunta? Que bobera” .

Pensava assim também. Mas, me ajuda aqui: se para um simples aniversário, ou uma simples confraternização de parentes e irmãos da fé, amigos, que já sabíamos que teria, ficamos inquietos, irritados, e, muitas vezes, cheio de birra dizendo: “não vou, por que não me convidaram?” ou “não vou, me convidaram na última hora para não ficar sem graça”. Se para coisas simples, assim ficamos! Imaginem para uma decisão que elas aceitando mudarão suas vidas?

Saia de seu comodismo, de sua vergonha, de seu medo, de sua covardia. A partir de sua experiência com Cristo, ele e ela estão apenas aguardando a sua pergunta!

Márcio Toledo, rev.
Igreja Metodista em Cataguases
Boletim ParticipAção, nº 31, de 31 de julho de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Uma Igreja em Grupos Pequenos - nossas logomarcas

Compartilhamos as logomarcas em nossa Igreja:

Igreja Metodista


CTM - Centro de Treinamento Ministerial
(Centro de formação da Igreja Metodista em Cataguases)


Grupos Pequenos
(Logomarca dos Grupos Pequenos na Igreja Metodista em Cataguases)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Entendendo o tempo de Deus

Por Thiago Grôpo Toledo
Revisão: Hideide Brito Torres
http://hideide.blogspot.com 
Leia Eclesiastes 3.1-2a


“Os Teus olhos me viram a substância ainda informe, e no Teu livro
foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado,
quando nem um deles havia ainda”.       Salmo 139.16

Quem conheceu meu pai sabe que ele foi um homem dedicado a Deus, à família e à igreja. Após aceitar o sacrifício de Cristo para sua salvação, com seu jeito simples, tímido às vezes e sem muitas palavras bonitas, testemunhou a ação de Deus em sua vida para os seus próximos. Inclusive para nós, sua família. Enquanto ele viveu.

Em agosto de dois mil e dez, papai passou por uma grave cirurgia cardíaca. Além de uma ponte safena, foi substituída a válvula aórtica. Na época, ele estava com sessenta e três anos de idade, era hipertenso e diabético. Todo um cenário pouco motivador para uma boa recuperação. Mas Deus age de uma forma que nos surpreende. Em poucos meses, papai já estava recuperado, frequentando a igreja, alimentando-se de tudo de que gostava, participando de várias atividades conosco, como festas, aniversários e passeios. Sete meses se passaram e, como já relatei, a recuperação foi acima das expectativas. Diria até surpreendente.

No final de março deste ano, ele contraiu uma bactéria na perna, causando-lhe uma erisipela. Nada de anormal ou desconhecido, já que não era a primeira vez que contraíra essa doença. Mas foi a última. Após fazer o mesmo tratamento que fizera nas outras vezes, uma desconhecida dor começou a tomar o seu corpo devagar. A infecção generalizou-se. A sepsemia foi tão avassaladora que, em pouco mais de doze horas, seu quadro clínico era bastante crítico. Transferido para a UTI do Hospital Prontocor, em Muriaé, o mesmo onde havia sido operado há sete meses, e após ter a sepse diagnosticada, restou-nos orar a Deus para fazer o melhor por ele.

O coma induzido foi necessário para que, através da respiração artificial, o mantivesse vivo. O medo dos médicos era que uma endocardite fosse diagnosticada, transformando o quadro clínico em quase irreversível. Foram os dias mais longos da minha vida. Passaram a sexta-feira, o sábado e o domingo. Na segunda-feira, foi confirmada a infecção na válvula. Nada tão ruim que não pudesse piorar. Nossa oração era a de que Deus tirasse o sofrimento do meu pai e que fizesse o melhor para ele, mesmo que fosse o pior para nós, enquanto família. E cremos que Deus fez.

Na triste manhã de terça-feira, cinco de abril, os órgãos já frágeis foram aos poucos parando de funcionar e a hora de descansar no Senhor havia chegado. Deus o levou.

E uma pergunta começou a martelar na minha cabeça: como enfrentar uma cirurgia gravíssima com meu pai e nada acontecer e, depois de uma aparente simples erisipela, entender que chegou o momento de partir? Como aceitar sua morte assim tão rápida? Deus me trouxe à memória os textos de Eclesiastes (cap. 3) e Salmos (cap. 139). “Há tempo para nascer e há tempo para morrer” e todos os nossos dias foram escritos pelo Senhor, mesmo antes do nascimento.

Esses dois textos foram essenciais para entender que o tempo pertence a Deus. Nossos sonhos, planos, pensamentos e caminhos não são os mesmos do nosso Pai. Deus o levou para junto de Si e deixou em nós o entendimento de que Ele é o dono da vida.

Deus fez com que, através do nosso testemunho de fé e esperança na vida eterna, confortássemos aqueles que nos vinham confortar. Hoje cremos que não perdemos nosso pai. Perder algo é quando não sabemos onde está. Papai está com Deus!

Convido a você, leitor(a), a orar a Deus comigo. A você que perdeu um ente querido recentemente e não tem aceitado essa perda, ore: Pai, ajuda-nos a viver no Seu tempo, a sonhar os Seus sonhos, a cumprir os Seus planos, a agir pelos Seus pensamentos e a percorrer os Seus caminhos. Obrigado por sempre fazer o melhor por nós. Dá-nos a plenitude da Tua graça. Em nome de Jesus, amém.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Um espaço para crescimento

A vivência de uma Igreja em Grupos Pequenos é fundamental para o crescimento espiritual do cristão e da cristã. Assim como, para o avivar do fervor evangelístico no seio da Igreja.

O texto do evangelista Lucas em seu capítulo 24, dos versículos 13 ao 35, nos mostra a realidade e importância do GP no desenvolvimento da fé.

Essa importância não exclui, nem diminui o papel do culto, da celebração no grupo maior, na igreja toda.

A célebre passagem do Caminho para Emaús mostra o contexto da celebração com todo o povo (a Igreja na sua totalidade). Os discípulos retornavam para Emaús após a celebração com toda sua «igreja» em virtude da festa da Páscoa.

A reunião com o grupo maior é o espaço do serviço, da celebração, do júbilo, da adoração comunitária a Deus.

Mas o texto também nos mostra a importância e o papel do Grupo Pequeno.

No momento, eles estavam cabisbaixos, entristecidos. E foi no contexto menor, da sua casa, com pessoas de seus relacionamentos, que seus olhos se abriram e a esperança ressurgiu em suas vidas.

O estar no GP proporcionou aos discípulos de Emaús um reencontro com a Graça.

No mais, essa vivência fez com que eles pudessem reencontrar o ardor do primeiro amor, culminando com o desejo de sair e compartilhar do encontro com a Graça de Deus.

Proclamar a Graça de Deus com entusiasmo e fervor, desemboca em crescimento, em multiplicação.

Numa Igreja em Grupos Pequenos, a celebração ocorre com a comunidade maior, com júbilo e adoração. Mas, no GP, ocorre o espaço do crescimento na salvação, amadurecimento na fé e o crescimento da comunidade com o ardor em ganhar novas almas para o Reino de Deus.

Nesse processo que estamos no CTM, especificamente no repassar a visão de uma Igreja em Grupos Pequenos, vamos nos aprofundar e beber ao máximo, para que a visão esteja clara em nossas vidas.

Deus nos abençoe!

Márcio Toledo, pr.
Boletim ParticipAção, ano XXVI, nº 24
Informativo semanal da Igreja Metodista em Cataguases

Muitos passaram... alguns escreveram... outros, continuarão a escrever a história!

Olhar para história pode provocar três diferentes sentimentos: um deles, de indiferença - tanto faz o que ocorreu, para nada serve; outro, de nostalgia - ah... se fosse como naquele tempo...; outro - para mim o mais sublime - de inspirar na busca de um amanhã melhor do que foi o ontem e do que está sendo o hoje.

Esse sentimento que gostaríamos que brotasse em você, meu irmã e minha irmã.

Nesse 13 de maio completamos 117 anos de caminhada nesta cidade. Foram anos que registram erros, equívocos, mas muito mais, de glórias, de vitórias, de acertos.

No entanto, não queremos ser indiferente com a história, tão pouco, nostálgico. Mas rogamos que Deus nos use para fazer diferença em nossa geração.

Não tenho dúvida que Deus nos tem dado a oportunidade de escrever a história para engrandecimento de Seu nome. Uma oportunidade de crescermos numa vida de santidade e, na vivência dos grupos pequenos, permitirmos um crescimento como nenhum outro em nossa história.

Crescimento em todas as áreas: crescimento de irmãos e irmãs em santidade, em consagração, em oportunidades de crescimento no trabalho, na capacitação e utilização dos dons que Deus nos tem dado.

Como também crescimento estrutural - acomodações e espaços em excelência para um Deus digno do melhor para acolher vidas do lamaçal do pecado.

Assim como, um crescimento numérico maior do que já tivemos até agora.

Queremos que nossas portas do fundo estejam fechadas para que as pessoas possam ser consolidadas na fé, mas que nossas portas frontais estejam totalmente abertas para viciados/as, prostitutas/os, fofoqueiros/as, caluniadores/as, desonestos/as, etc.

Um momento em que o ardor missionário - a paixão por almas - será como um calor intenso em nossas vidas que nos impulsiona a viver e proclamar o evangelho de vida onde pisarmos a planta de nossos pés.

Somos chamados a escrever essa história e, não somente, passar por ela. VENHA!

Márcio Toledo, pr.
Boletim ParticipAção, ano XXVI, nº 20
Informativo semanal da Igreja Metodista em Cataguases

Ioiô

Quando criança, muito brinquei com ioiô. Era muito divertido e interessante.

Mas algo me chama atenção nesse brinquedo: ora, eles podem estar retraídos em nossas mãos, ora estão viajando pelo ar com voltas mirabolantes.

O ioiô sempre volta às mãos por causa de sua característica, mas o grande espetáculo deste jogo é quando ele sai pelas nossas mãos e realiza balanços impressionantes.

Mas trago à memória um texto do apóstolo Paulo: ‘‘ até que cheguemos à unidade de fé e ao pleno conhecimento do Filho de Deus’’ Ef 4.15.

Paulo nos ensina que é desejo do Senhor o nosso amadurecimento na fé. Esse amadurecimento é tornar-se forte na vivência dessa fé em Cristo.

Na figura o ioiô, não é manter-se nas mãos, mas percorrer voltas mirabolantes pelo ar.

Também não é desejo do Senhor que sejamos como meninos inconstantes. Ora nas mãos, retraídos, ora com desenvoltura.

Percebemos que muitos de nós precisamos focar isso em nossas vidas: amadurecermos na vivência da fé em Cristo.

Quanto a isso, há um tópico na apostila do Curso  de Treinamento de nosso CTM que muito nos ensina: tornar-se maduro na fé - forte na fé - é tornar-se um cristão livre em Cristo.  Nossa fé não é baseada nas circunstâncias deste mundo, mas na obra de Cristo.

Fracos na fé, ou seja, pessoas que são novos na fé em Cristo ou, os crentes ioiôs, facilmente se permitam desanimar por más notícias, pelas desavenças, pelos chateamentos, pelos maus entendidos, etc.

Outra coisa que aprendemos: fortes na fé não se deixam escandalizar pelo outro, ou por si só. Em pessoas novas na fé em Cristo isso seria ‘normal’, mas em crentes já com caminhada em Cristo, é tornar-se ioiô. Fortes na fé não se deixam escandalizar ou tropeçar pelo estilo do outro que ainda é novo, ou, que ainda não passou pela experiência em Cristo.

‘‘Fortes na fé não julgam, mas são capazes de ceder ao julgamento do fraco por causa do amor fraternal’’ (Apostila Treinamento p.10).

Por último, fortes na fé servem. Porque na lógica do Reino, servir é crescer. O foco está em servir o outro, não em agradar a si mesmo.

Nessa perspectiva - de crescimento, de amadurecimento, de sermos fortes na fé e não crentes ioiôs, ora constante, ora não - desejamos que nossos Grupos Pequenos sejam espaços para esse amadurecimento na fé.

Desejamos que os GPs sejam espaços para que através da Palavra, do louvor, da oração e da comunhão, possamos ‘conhecer e continuar conhecendo a Cristo’, a fim de que cosias pequenas - o olhar do meu irmão, o jeito que ele falou, ele esqueceu de mim, vou pra lá, vou pra cá, etc. -  não sejam motivos para que me torne um fraco na fé, um crente ioiô, mas me torne forte.

Márcio Toledo, pr.
Boletim ParticipAção, ano XXVI, nº 18
Informativo semanal da Igreja Metodista em Cataguases

A função dos GPs

Nesta semana estamos dando início ao centro de treinamento ministerial. Isso nos sugere que, em breve, daremos início aos primeiros GPs protótipos.

Alguns ainda se sentem receosos com a implantação dos Gps, como se por exemplo fosse uma reação diante do modismo que permeia muitas comunidades evangélicas em busca de crescimento.

Seria essa a nossa motivação?

Quando fomos incomodados por Deus para a transição em uma Igreja em Grupos Pequenos, primeiramente nos ficou claro que esse jeito de ser igreja é bíblica: a igreja primitiva crescia no templo e nas casas.

E segundo, por que o metodismo primitivo, redescobrindo isso, teve em sua prática essa estratégia: no tempo de Wesley, existiam cerca de 10.000 grupos pequenos (‘‘classes’’ como era chamada).

Portanto, ao trabalharmos para ser essa igreja, desejamos que tenhamos nos GPs um espaço para comunhão, para o discipulado, para o ensino, para a solidariedade...

Desejamos encontrar nos GPs um espaço para consolidarmos as pessoas que chegam em nossa igreja.

Temos sido usados por Deus para levar a boa-nova mas temos permitido que a porta dos fundos esteja aberta. Com isso, muitos saem de nossa igreja e vão para outras igrejas evangélicas ou, até mesmo, ficam ‘perdidos’.

Os GPs serão esses espaços para que os novos discípulos encontram apoio próximo para serem fortalecidos na Graça de Deus.

Os GPs também serão espaços para que o primeiro amor seja vivenciado com PAIXÃO. Juntinhos, um com o outro, buscaremos na ação do Espírito Santo um fervor para falarmos desse grande amor que nos libertou do pecado para a vida.

Também será espaço para que o outro possa aprender os primeiros passos para o crescimento espiritual: oração, jejum, leitura bíblica, devocional em família, etc.

Como vemos, os GPs são, antes de mais nada, aprofundamento na vida espiritual. Mas não deixará de ser uma estratégia para crescimento.

Cremos, como na expressão bíblica, que o ‘Senhor nos dará  os que serão salvos’.

Portanto, como receber os novos no Reino de Deus se não teremos espaços para que se desenvolvam, solidamente, na Graça de Deus?

Márcio Toledo, pr.
Boletim ParticipAção, ano XXVI, nº 15
Informativo semanal da Igreja Metodista em Cataguases

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