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Olá. O Chimarrão com Queijo é o nome tem acompanhado nossa caminhada. O Márcio é oriundo de Cataguases, Minas Gerais, e a Elisandra, de Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Nossa pequena Emanuelle também é de lá.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Quebrantamento, Santificação, Unidade e Celebração

As vossas eiras se encherão de trigo
e vossos lagares transbordarão de vinho novo e azeite.
Jl 2.24

O contexto de Judá, no ministério de Joel, é de devastação. O profeta usa a linguagem de ‘‘gafanhoto’’ para simbolizar a destruição causada em sua terra.A situação é crítica.

Mas ocorre uma promessa do Senhor: ‘‘suas eiras se encherão de trigo e seus lagares transbordarão de vinho novo e azeite’’ (Jl 2.24). Promessas de restauração e de restituição.

Antes, porém, a palavra do Senhor é para um avivamento. E o avivamento bíblico implica no retorno à Deus, no estar debaixo da autoridade, da Palavra do Senhor.

Para que o avivamento ocorra, o Senhor dá uma direção clara este processo:

Quebrantamento: não há outra forma da promessa de Deus se cumprir se não ocorrer um quebrantamento. A destruição é consequência do distanciamento, da desobediência do povo em relação à Deus.
‘‘Convertei-vos a mim’’,  ‘‘rasgai o coração e não as vestes’’ (Jl 2.12-13) são o chamado para o quebrantamento, para a conversão ao Senhor.

Santificação: ‘‘Santificai a comunidade’’ (Jl 2.16) é outra direção dada ao povo. Diante do Senhor que é Santo, não há outra forma de comunhão se não trilharmos o caminho de santidade. Essa é uma proposta bíblica clara, assim como, uma herança do metodismo histórico.

Unidade: No versículo 16, unidade é outro chamado para o povo. A presença do Senhor é real em meio às adversidades que ocorrem entre as pessoas. A vivência da unidade é elemento para que a ‘‘bênção e a vida para sempre’’ (Sl 133) ocorra. Em meio ao caos que Judá estava, fundamental será a unidade do povo.

Celebração: O apóstolo Paulo nos dá uma palavra rica para nossa atitude: ‘‘em tudo dai graças’’. Esse é um princípio apontado por Deus nessa palavra do profeta Joel. A celebração tem que ser uma constante do povo: ‘‘celebrareis’’, ‘‘regozija-te e alegra-te’’, ‘‘louvareis o nome do Senhor’’. O coração de gratidão diante do Senhor é portas para sua Graça.

Essa direção dada por meio do profeta Joel desejamos vivenciar numa Igreja de Grupos Pequenos.

Quebrantamento, santificação e unidade são elementos que nos grupos pequenos serão vivenciados. Os GP’s proporcionarão essa atmosfera de nos quebrantar diante do Senhor. Provocará uma constante busca de crescimento em santificação e causará, em meio aos grupos, uma unidade doutrinária e física.

Quanto à celebração, esse será o propósito de nossos encontros nos templos. O culto será um espaço de celebração, júbilo, festa e regozijo dos Grupos Pequenos que se reunirão em grandes concentrações.

Que na vivência de uma Igreja em Grupos Pequenos ‘‘nossas eiras se encham de trigo e nossos lagares de vinho novo e azeite’’.

Márcio Toledo, pr.
Boletim ParticipAção, ano XXVI, nº 09
Informativo semanal da Igreja Metodista em Cataguases

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