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Olá. O Chimarrão com Queijo é o nome tem acompanhado nossa caminhada. O Márcio é oriundo de Cataguases, Minas Gerais, e a Elisandra, de Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Nossa pequena Emanuelle também é de lá.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ioiô

Quando criança, muito brinquei com ioiô. Era muito divertido e interessante.

Mas algo me chama atenção nesse brinquedo: ora, eles podem estar retraídos em nossas mãos, ora estão viajando pelo ar com voltas mirabolantes.

O ioiô sempre volta às mãos por causa de sua característica, mas o grande espetáculo deste jogo é quando ele sai pelas nossas mãos e realiza balanços impressionantes.

Mas trago à memória um texto do apóstolo Paulo: ‘‘ até que cheguemos à unidade de fé e ao pleno conhecimento do Filho de Deus’’ Ef 4.15.

Paulo nos ensina que é desejo do Senhor o nosso amadurecimento na fé. Esse amadurecimento é tornar-se forte na vivência dessa fé em Cristo.

Na figura o ioiô, não é manter-se nas mãos, mas percorrer voltas mirabolantes pelo ar.

Também não é desejo do Senhor que sejamos como meninos inconstantes. Ora nas mãos, retraídos, ora com desenvoltura.

Percebemos que muitos de nós precisamos focar isso em nossas vidas: amadurecermos na vivência da fé em Cristo.

Quanto a isso, há um tópico na apostila do Curso  de Treinamento de nosso CTM que muito nos ensina: tornar-se maduro na fé - forte na fé - é tornar-se um cristão livre em Cristo.  Nossa fé não é baseada nas circunstâncias deste mundo, mas na obra de Cristo.

Fracos na fé, ou seja, pessoas que são novos na fé em Cristo ou, os crentes ioiôs, facilmente se permitam desanimar por más notícias, pelas desavenças, pelos chateamentos, pelos maus entendidos, etc.

Outra coisa que aprendemos: fortes na fé não se deixam escandalizar pelo outro, ou por si só. Em pessoas novas na fé em Cristo isso seria ‘normal’, mas em crentes já com caminhada em Cristo, é tornar-se ioiô. Fortes na fé não se deixam escandalizar ou tropeçar pelo estilo do outro que ainda é novo, ou, que ainda não passou pela experiência em Cristo.

‘‘Fortes na fé não julgam, mas são capazes de ceder ao julgamento do fraco por causa do amor fraternal’’ (Apostila Treinamento p.10).

Por último, fortes na fé servem. Porque na lógica do Reino, servir é crescer. O foco está em servir o outro, não em agradar a si mesmo.

Nessa perspectiva - de crescimento, de amadurecimento, de sermos fortes na fé e não crentes ioiôs, ora constante, ora não - desejamos que nossos Grupos Pequenos sejam espaços para esse amadurecimento na fé.

Desejamos que os GPs sejam espaços para que através da Palavra, do louvor, da oração e da comunhão, possamos ‘conhecer e continuar conhecendo a Cristo’, a fim de que cosias pequenas - o olhar do meu irmão, o jeito que ele falou, ele esqueceu de mim, vou pra lá, vou pra cá, etc. -  não sejam motivos para que me torne um fraco na fé, um crente ioiô, mas me torne forte.

Márcio Toledo, pr.
Boletim ParticipAção, ano XXVI, nº 18
Informativo semanal da Igreja Metodista em Cataguases

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