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Olá. O Chimarrão com Queijo é o nome tem acompanhado nossa caminhada. O Márcio é oriundo de Cataguases, Minas Gerais, e a Elisandra, de Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Nossa pequena Emanuelle também é de lá.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

A função dos GPs

Nesta semana estamos dando início ao centro de treinamento ministerial. Isso nos sugere que, em breve, daremos início aos primeiros GPs protótipos.

Alguns ainda se sentem receosos com a implantação dos Gps, como se por exemplo fosse uma reação diante do modismo que permeia muitas comunidades evangélicas em busca de crescimento.

Seria essa a nossa motivação?

Quando fomos incomodados por Deus para a transição em uma Igreja em Grupos Pequenos, primeiramente nos ficou claro que esse jeito de ser igreja é bíblica: a igreja primitiva crescia no templo e nas casas.

E segundo, por que o metodismo primitivo, redescobrindo isso, teve em sua prática essa estratégia: no tempo de Wesley, existiam cerca de 10.000 grupos pequenos (‘‘classes’’ como era chamada).

Portanto, ao trabalharmos para ser essa igreja, desejamos que tenhamos nos GPs um espaço para comunhão, para o discipulado, para o ensino, para a solidariedade...

Desejamos encontrar nos GPs um espaço para consolidarmos as pessoas que chegam em nossa igreja.

Temos sido usados por Deus para levar a boa-nova mas temos permitido que a porta dos fundos esteja aberta. Com isso, muitos saem de nossa igreja e vão para outras igrejas evangélicas ou, até mesmo, ficam ‘perdidos’.

Os GPs serão esses espaços para que os novos discípulos encontram apoio próximo para serem fortalecidos na Graça de Deus.

Os GPs também serão espaços para que o primeiro amor seja vivenciado com PAIXÃO. Juntinhos, um com o outro, buscaremos na ação do Espírito Santo um fervor para falarmos desse grande amor que nos libertou do pecado para a vida.

Também será espaço para que o outro possa aprender os primeiros passos para o crescimento espiritual: oração, jejum, leitura bíblica, devocional em família, etc.

Como vemos, os GPs são, antes de mais nada, aprofundamento na vida espiritual. Mas não deixará de ser uma estratégia para crescimento.

Cremos, como na expressão bíblica, que o ‘Senhor nos dará  os que serão salvos’.

Portanto, como receber os novos no Reino de Deus se não teremos espaços para que se desenvolvam, solidamente, na Graça de Deus?

Márcio Toledo, pr.
Boletim ParticipAção, ano XXVI, nº 15
Informativo semanal da Igreja Metodista em Cataguases

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